A descoberta de um passaporte em nome de Eliza Samudio, encontrado em Portugal, voltou a abalar a família da modelo assassinada em 2010. O documento reacendeu a repercussão de um dos crimes mais marcantes do país, mais de 15 anos após o caso.
O irmão de Eliza, Arlie Moura, afirmou em entrevista ao jornal O Tempo que a notícia mexeu profundamente com os familiares. “Isso abalou todo mundo”, declarou.
Segundo ele, apesar do impacto emocional, a família não acredita que Eliza esteja viva, mas defende que a origem do passaporte seja investigada para esclarecer como o documento foi parar fora do Brasil.
Eliza Samudio foi morta em 2010 e seu corpo nunca foi encontrado. Mesmo com condenações pelo crime, o caso segue cercado de lacunas. Agora, o achado do passaporte devolve visibilidade à história e renova a dor de uma família que ainda busca respostas.