Campo Grande - quinta-feira, 25 de junho de 2026
Chuva histórica inundou casas, destruiu ruas e deixou famílias desabrigadas
Michelly Perez - 29/01/2026 • 07:32
Foto: Clóvis Neto//PMC
A cidade de Corumbá acordou tentando se reerguer nesta quarta-feira (28). Após o temporal que castigou o município na noite de ontem, o prefeito Dr. Gabriel assinou o decreto de situação de emergência, válido pelos próximos seis meses. A medida é um “grito de socorro” administrativo para conseguir recursos e agir rápido na limpeza e assistência às famílias atingidas.
O volume de água que caiu em poucas horas foi muito maior do que a cidade estava preparada para aguentar. O resultado foi um cenário de guerra em alguns pontos:
Drenagem sufocada: Bueiros e canais não deram conta, causando enxurradas fortes.
Prejuízo nas casas: Muita gente perdeu móveis, roupas e mantimentos com as inundações.
Ruas destruídas: O asfalto e equipamentos públicos sofreram danos graves que precisam de reparo imediato.
Na prática, esse decreto (nº 3.576) funciona como um “atalho” legal. Com ele, a prefeitura pode:
Comprar sem licitação: Itens como cestas básicas, água potável, kits de higiene e até obras de reparo podem ser contratados mais rápido, sem aquela burocracia que demora meses.
Mobilização Total: Todos os funcionários e máquinas da prefeitura ficam à disposição da Defesa Civil para focar exclusivamente em ajudar quem precisa.
“A situação saiu do controle do que conseguimos resolver com o dia a dia normal. É um desastre extremo que compromete a cidade”, explicou o prefeito Dr. Gabriel.
O foco agora é a ajuda humanitária. A Defesa Civil está mapeando as áreas mais atingidas (através de um croqui técnico) para distribuir comida e água. A prioridade é garantir que ninguém fique desamparado enquanto o entulho é retirado e as vias são consertadas.
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