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Campo Grande - quinta-feira, 25 de junho de 2026

Em dias difíceis, vereadores encontram “tempinho” para subir o engajamento da trend dos bonés

Direita veste vermelho e esquerda veste azul nas lacradas, protestos e apontamentos das respectivas oposições

Michelly Perez - 19/02/2025 • 07:04

Foto: divulgação

A primeira sessão ordinária de 2025, realizada na manhã desta terça-feira (18), começou com polêmicas na Câmara de Vereadores. Desta vez, o movimento, que já veio do Congresso Nacional, também recebeu destaque nas mesas dos vereadores da Casa de Leis e representantes da direita e esquerda fizeram questão de trazer a “guerra dos bonés”, levando em conta os impactos econômicos no cenário local.

O que chamou a atenção é que, no meio deste movimento, a cor tradicional, o vermelho, utilizada pela esquerda, agora deu voz ao movimento da direita, sob o tema: “Nem picanha, nem café”. Enquanto isso, a esquerda apostou na produção em azul com a frase “O Brasil é dos Brasileiros”.

“Esse boné traz a cor e o verdadeiro slogan do governo Lula. A frase ‘nem picanha, nem café’ significa os altos impostos que pagamos e a falta de liberdade econômica, que deixa o Brasil estagnado. Eles querem te enganar usando azul, verde e amarelo, mas as políticas do Lula são as mesmas de sempre. As pessoas precisam acordar para a realidade de que a liberdade econômica é o único caminho!”, comentou Salineiro.

Por sua vez, Jean Ferreira (PT) explicou para a Revista A Foto que a intenção é a de reivindicar que o Estado faz parte de uma nação soberana e extremamente importante para o mundo, e que merece ser tratada com respeito.

“Mato Grosso do Sul é um dos estados que mais exporta para os Estados Unidos. Eles são o segundo maior parceiro econômico do estado, atrás apenas da China. A taxação aos produtos brasileiros tem impacto direto na economia sul-mato-grossense”, finaliza.

 

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