Campo Grande - terça-feira, 23 de junho de 2026
Inquérito apura por que pacientes do Centro de Especialidades Médicas estão desassistidos, apesar de contratos vigentes
Michelly Perez - 23/02/2026 • 09:45
Foto: reprodução
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) abriu um inquérito civil para investigar a falta de insumos básicos no Centro de Especialidades Médicas (CEM) de Campo Grande. A apuração foca no desabastecimento de sondas e na baixa qualidade das fraldas descartáveis entregues à população.
A investigação começou após denúncias de pacientes à Ouvidoria do Ministério Público. Segundo o promotor responsável, embora existam contratos e licitações vigentes, a execução está falhando.
Atrasos: Empresas fornecedoras não estariam cumprindo os prazos.
Qualidade: Pacientes reclamam que as fraldas distribuídas não atendem às necessidades básicas de higiene.
O MPMS reforça que o fornecimento de fraldas para pessoas vulneráveis já é uma decisão confirmada pelo Tribunal de Justiça (TJMS). Ou seja: não é uma escolha da prefeitura, mas um direito fundamental à saúde.
A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) foi acionada para entregar um relatório detalhado em poucos dias, contendo: o número de pacientes na fila de espera, a situação atual dos estoques de sondas e quais punições foram aplicadas às empresas que atrasaram as entregas.
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