Campo Grande - terça-feira, 23 de junho de 2026
Enquanto a prefeita Adriane Lopes celebra a reforma do CEM, moradores de Campo Grande se perguntam se o mais urgente não é melhorar o atendimento e garantir os recursos básicos
Michelly Perez - 30/12/2025 • 08:35
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À medida que 2025 se aproxima do fim, a prefeita Adriane Lopes anunciou a tão aguardada reforma do Centro de Especialidades Médicas (CEM) Presidente Jânio da Silva Quadros. Com um investimento de mais de R$ 7 milhões, e promessas de melhorias, uma dúvida paira no ar: será que a população continuará sem atendimento básico, tais como a falta de fraldas, leites e até mesmo, medicamentos?
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A reforma que deverá ser realizada pela empresa MC Construtora Ltda, vencedora da licitação, embora seja um passo importante, levanta questões sobre as prioridades da gestão pública. Antes de investir em obras e modernizações de prédios, é fundamental garantir que as necessidades mais imediatas da população sejam atendidas.
Durante todo o ano de 2025, as queixas sobre a falta de medicamentos essenciais nas unidades de saúde foram constantes. Pacientes têm enfrentado dificuldades para acessar tratamentos básicos devido à escassez de remédios, e muitas vezes, as filas para consultas se tornam um reflexo de uma rede pública saturada.
A promessa de modernização do CEM surge com expectativa de trabalhos em diferentes setores, tais como: Alvenaria, Tetos, novas portas e janelas, revestimento de paredes, troca de bancadas e pias. Serviços de acessibilidade e modernização das instalações elétricas, hidráulicas e de climatização (ventilação, exaustão e refrigeração).
Enquanto isso, o questionamento que a população se faz é o que adianta ter um prédio moderno se, ao mesmo tempo, os pacientes podem continuar sem acesso aos medicamentos fundamentais para tratar doenças crônicas ou emergenciais?
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