Campo Grande - quarta-feira, 24 de junho de 2026
Trabalho também fiscalizou quem responde pelo descumprimento das normas de monitoramento
Michelly Perez - 19/06/2025 • 09:55
Foto: Agepen
A Polícia Penal realizou na noite de ontem (18), uma operação para fiscalizar 50 monitorados por tornozeleiras eletrônicas. O trabalho teve como principal foco pessoas com passagens relacionados à Lei Maria da Penha, descumprimento de medidas judiciais e mandados de prisão em aberto por violações ao monitoramento eletrônico.
O nome da operação homenageou uma expressão comum entre os próprios monitorados, que costumam se referir à tornozeleira eletrônica como “Wi-Fi”, pela constante vigilância e monitoramento remoto.
De acordo com o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini, a operação demonstra o papel estratégico da Polícia Penal na promoção da segurança pública.
“Nosso trabalho vai além da contenção nas unidades prisionais. Atuamos de forma ativa na fiscalização de monitorados, escoltas e na prevenção da reincidência criminal, garantindo o cumprimento das medidas impostas pela Justiça”, destacou.
Durante a operação, foram realizadas visitas de fiscalização in loco, orientações aos monitorados e verificações em tempo real de possíveis violações do perímetro permitido de circulação.
O diretor-geral da Polícia Penal, Anderson Moreno, ressaltou o caráter preventivo da operação e a importância do trabalho integrado com o Poder Judiciário.
“A atuação direta e ostensiva da Polícia Penal evita que situações de risco evoluam. Esse contato próximo e a resposta imediata fortalecem o cumprimento das leis e oferecem mais segurança à sociedade, especialmente para vítimas de violência doméstica”, afirmou.
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