A sexta-feira (29) amanheceu com ares de “caça ao tesouro” para a Polícia Federal. Em vez de baú, o alvo era um esquema ilegal de rifas de armas, batizado de Operação RIFA.com. A ideia era dar um fim na farra de sorteios que, como mágica, faziam armas surgirem nas mãos de quem nem sempre tinha autorização.
Um ‘despachante’ com passe livre para a enrascada
As investigações mostraram um sujeito se fazendo de “despachante de armas”, mas que na verdade era um verdadeiro gênio do crime digital. Ele usava grupos de WhatsApp para rifar um arsenal, com direito a armas de uso permitido e restrito. E o público? Majoritariamente CACs (caçadores, atiradores e colecionadores), que, em vez de se darem bem, acabaram entrando numa fria.
Tiro, queda e busca
A brincadeira de sorteio acabou em azar. A Justiça Estadual de Mato Grosso do Sul, sem pensar duas vezes, emitiu um mandado de busca e apreensão. E a Polícia Federal, sem perder tempo, chegou de surpresa para cumprir a ordem. Parece que o jogo da roleta-russa de rifas teve seu último giro, e o azarado foi o próprio organizador.