Campo Grande - terça-feira, 23 de junho de 2026
Motorista boliviano tentou usar a esposa e o bebê de 4 meses como "disfarce", mas o cheirinho de "erva" entregou o esquema
Michelly Perez - 06/01/2026 • 09:04
Foto: PRF-MS
Dizem que quem não tem cão, caça com gato, mas um motorista boliviano tentou uma tática bem mais arriscada no último domingo (4): usar a própria família como “cortina de fumaça” para o tráfico. O plano, porém, subiu no telhado quando ele cruzou o caminho da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-262, em Corumbá.
A cena parecia de uma viagem comum: papai ao volante, mamãe do lado e um bebê de apenas quatro meses no colo. Mas o que tinha de “fofura” na cabine, tinha de “cheiro azedo” no ar. Assim que os policiais abordaram o caminhão, o perfume da carga não era de talco de bebê, mas sim o odor fortíssimo da “supermaconha”.
Os agentes da PRF sentiram o cheiro de longe e não precisaram de muito esforço para descobrir que o caminhão estava recheado. Ao todo, foram apreendidos 172 quilos de skunk, aquela maconha turbinada que vale uma nota preta no mercado do crime.
Apertado pelos federais, o motorista não teve como negar: confessou que pegou a “encomenda” em Corumbá e pretendia levar a carga (e a família) até Três Lagoas.
O motorista, que tentou dar uma de esperto, acabou vendo a casa cair. A ocorrência foi parar direto na Delegacia da Polícia Federal de Corumbá. Agora, em vez de curtir o destino final, ele vai ter que se explicar para a justiça.